quarta-feira, 2 de junho de 2010

UMA LUZ SOBRE O NASCIMENTO!



REGRESSÃO INTRA-UTERINA REVELA SENTIMENTOS DO BEBÊ NO ÚTERO

É possível que muitas doenças sejam reativações de traumas que, embora não consigamos lembrar, sofremos durante a gestação e o parto ou nos primeiros anos de vida. O sistema denominado Anatheórisis (trazer à luz o que está escondido), criado por um cientista espanhol de nome Joaquin Grau, permite chegar até as sombras escondidas do subconsciente, a fim de dissolver impactos traumatizantes que como minas de um campo minado estão prontas para detonar a qualquer momento na forma de doenças, sofrimentos emocionais ou perturbações mentais. O cientista Edwin Auza Villegas, professor da UFMG, estudioso da cura por ressonância energética, credenciado pelo Instituto Grau da Espanha, fala aqui sobre a terapia Anatheóris:

P: O que é o sistema Anatheórisis?
R: Um sistema de trabalho mental, terapêutico, onde o paciente adulto retorna ao útero, revivendo as experiências que teve durante a fecundação, gestação e nascimento até os dois anos de idade, quando o bebê ainda não tem defesas e é só sentimento, compensando os traumas advindos das experiências. Cada pessoa tem um mecanismo mental, uma biografia escondida, uma energia que fica na sua mente. Essa energia pode sair ao longo da vida projetando-se na forma de doenças, síndromes, traumas, depressões ou qualquer outra alteração emocional ou mental.

P: Qual o procedimento da Anatheórisis?
R: O paciente é induzido a entrar nas ondas cerebrais Teta, onde há perfeito alinhamento entre as energias conscientes e subconscientes, o que permite vivenciar de forma consciente o que se passou no útero da mãe e dissipar as energias dos traumas. Joaquin Grau era um jornalista e fez estudos nas áreas de Psicologia e Parapsicologia. Interessava-se em saber sobre os povos primitivos. Estudou os Índios Aucas, do Equador, constatando que eles raciocionam com o hemisfério direito.Observou que essa comunidade não tem traumas ou doenças. A técnica de Anatheórisis acessa esse hemisfério, onde fica o subconsciente e onde são acumulados os traumas. Durante a vida, estes dão indicativo que estão para explodir, é quando pode surgir um câncer, uma diabetes, o mal de Alzeimer, entre outras patologias.

P: Segundo a Anatheórisis, qual a evolução da gestação?
R: Durante a gestação tem três estágios. No primeiro, da fecundação ao primeiro mês, o chamado zigoto tem uma percepção global e muito clara. O segundo estágio, do segundo ao quinto mês, o chamado embrião tem uma percepção global que vai afunilando-se gradativamente. Nestes dois primeiros estágios é importante a presença do pai como referência para a formação do hemisfério esquerdo. A partir de cinco meses, o terceiro estágio, o contato com a mãe é quase exclusivo visto que o bebê usa como referência única os sentimentos e emoções dela.

P: O que o bebê sente durante o processo de gestação?
R: O sentimento dele está ligado à consciência da mãe. Se anestesiada, a mãe perde a consciência do corpo e a criança perde a referência de quem ela é, como se estivesse desligada da mãe. Quem programa o nascimento não é a mãe, nem o pai, nem o médico, mas a criança. Ela tem uma consciência espiritual. No parto natural, as paredes do útero liberam uma energia etérica que protege o bebê que tem a possibilidade de ver a luz que o guia até o final do canal do parto. Quando ele é retirado vai para o ar totalmente desprotegido. Sabe-se que o oxigênio do ar é tóxico e a pele dói ao contato com o ar. O medo de todos em volta libera energias que desestabilizam as moléculas do ar, produzindo radicais livres, nocivos para o ser humano.

P: Qual deve ser o procedimento das gestantes?
R: É importante entender que tudo o que o bebê sente é muitas vezes maior que o sentimento da mãe. A gestante deve procurar dormir bem, pois durante o sono libera as toxinas não só fisiológicas, como também mentais e emocionais. Fazer uma proteção para dormir. O nenê se liga muito a músicas. Pode-se experimentar pôr uma música por vinte minutos e observar os movimentos do bebê. Se ele gosta, fica quieto. Se não, se agita. Essa mesma música poderá ser usada durante o trabalho de parto. É importante saber escolher as músicas adequadas que sejam ressonantes com as energias do sistema nervoso. Falar com o filho só adianta se a fala vier acompanhada de um sentimento e principalmente de uma imagem. A fala é do hemisfério esquerdo, que a criança só começa a desenvolver a partir dos dois anos.

(Essa entrevista eu fiz com o prof. Edwin em 2004, quando foi publicada no Jornal Bem Nascer – nº 2)

2 comentários:

  1. Muito legal a postagem, Cleise! Esclarecedora e muito interessante. Parabéns por reassumir seu lado "jornalístico". Todos nós ganhamos com isto.
    Ah! Adorei a foto... rsrs...
    Beijos,
    Camila.

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  2. Querida,
    Mais uma vez usando a sua foto. Ela fala tudo e por si mesma. Cleise

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